Como folhas secas, que caem ao chão,
assim se parecem os meus sonhos.
Ressequidos, sem vida, pálidos.
Estão sem seiva, sem raiz,
e podem ser pulverizados na mão,
apenas com um mover.
Ainda assim, me resta uma esperança.
Acreditarei neles, meus sonhos, até o fim.
Esperança e perserverança.
É como disse Nietzche… a gente aprende a sonhar e não quer mais parar!
Claudia, Gosto de escrever e de pesquisar.Confesso que jamais ouvira falar em “INDRISO”. Até que li um poema no Recanto onde publico o que escrevo, em que a autora apresentou o texto como indriso.Como achei a forma interessante, resolvi buscar no Google e cheguei até você.
Quando puder dê uma passadinha no site, clique no autor, e no meu nome. Creio que você com a sensibilidade que demonstra ter, vai apreciar algo do que componho. Um abraço do Emílio C.
Encantada.Fiquei encantada com teus versos/ rosa